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Em conversa com o autor( "Ideias em Estante"/ Expresso - 6.10.07)
"Vende-se Portugal", Henrique Agostinho, Edições Sílabo, 210 páginas, 14 euros

“A razão de ser deste livro é que a marca Portugal é mal gerida. É um desastre. Não existem bons adjectivos para descrever o estado a que a marca chegou e portanto sendo a marca mais importante do país - e sendo com certeza a que tem mais orçamento em Portugal - isto é escandaloso! Nós gastamos milhões de euros por ano a tomar conta da marca. É uma calamidade.”, estas são as palavras usadas por Henrique Agostinho, autor de “Vende-se Portugal”, um livro que promete ser polémico e onde este engenheiro civil ( licenciado pelo técnico) apresenta, “sem papas na língua”, dados sobre os erros que estão a ser cometidos no país em relação à marca Portugal.
Com uma imagem de capa que mais parece, propositadamente, um anúncio de jornal, “Vende-se Portugal”é uma obra que “não é um livro sobre politica. É um livro técnico sobre publicidade e marketing de marcas.” Sobretudo “sobre uma marca que deveria ter um impacto enorme sobre a economia – a marca Portugal” Responsável de marketing de “dois momentos extraordinários”, como gosta de se referir ao sucesso dos anúncios do Ponto verde (campanha das crianças) e da feijoada na ponte Vasco da Gama, Agostinho hoje director de marcas da Sonae Sierra, afirma que o que o livro tem de interessante é “o resultado de um levantamento que fiz sobre a gestão da marca Portugal. As decisões e a as acções que se tomam. Muitas que são verdadeiros disparates”. Consciente de que esta sua segunda obra ( a primeira intitula-se “Compre este porque…”)não é politicamente correcta, nem contemplativa, este autor dirige-se aos leitores dizendo para finalizar que “neste livro podem esperar uma forma engraçada de explicar como se gere uma marca aplicada a uma marca que nos interessa a todos.”
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Stephen Dubner e Steven Levitt, autores de "Freakonomics"
Tim Hardford, autor de "O Economista Disfarçado"
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