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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013
"A Troika quer, Vítor Gaspar sonha, os portugueses pagam"

 

O que têm em comum Vítor Gaspar, Cavaco e Sócrates?

 

Muita(s) coisa(s). Entre elas, o mesmo dedicado autor, que recorrendo ao humor e a uma narrativa descritiva muito própria apresenta a (pesada) realidade político-económica do País. Tudo isto com estilo.

O mesmo que pauta todas as suas obras, como comprovam as seguintes linhas: "A Troika quer, Vítor Gaspar sonha, os portugueses pagam", "o tom" está lá!

Em "O Diário Secreto de Vítor Gaspar", o autor mantém o pseudónimo "António Ribeiro". O mesmo com que assina "O Cão de Sócrates" e "D. Maria, A Empregada de Cavaco".

 

In "Ideias em Estante" de 22 de Fevereiro 2013

 

 

O Diário Secreto de Vítor Gaspar Dona Maria, a Empregada de Cavaco O Cão de Sócrates

 

 

 

 

 

 

 

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publicado por Mafalda Avelar às 07:05
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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013
O que têm em comum Vítor Gaspar, Cavaco e Sócrates?

 Muita(s) coisa(s). Entre elas, o mesmo dedicado autor, que recorrendo ao humor e a uma narrativa descritiva muito própria apresenta a (pesada) realidade político-económica do País. Tudo isto com estilo. O mesmo que pauta todas as suas obras, como comprovam as seguintes linhas:

 

"A Troika quer, Vítor Gaspar sonha, os portugueses pagam", "o tom" está lá!

 

Em "O Diário Secreto de Vítor Gaspar", o autor mantém o pseudónimo "António Ribeiro". O mesmo com que assina "O Cão de Sócrates" e "D. Maria, A Empregada de Cavaco".

 

 

 

O Cão de SócratesD. Maria, a empregada de CavacoO Diário Secreto de Vítor Gaspar

 

 

 

Esta nota foi publicada na coluna " Ideias em Estante" ( In DE 22.02.13)

 

 

 

 

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publicado por Mafalda Avelar às 20:46
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Sábado, 23 de Fevereiro de 2013
Como ultrapassar o divórcio

Como ultrapassar o divórcio, segundo Mariela Michelena.

 

A psicanalista Mariela Michelena é a convidada do programa “Ideias em Estante”.

 

Autora de “É possível esquecer-te” (A Esfera dos Livros), Michelena fala sobre “como ultrapassar a dor do divórcio” e alcançar a felicidade “tão desejada”.

 

 

                                                                                           Dados estatísticos in Pordata

 

Em 1960 a taxa de divórcio, por cem casamentos, era de 1,1%

Em 2011 a taxa de divórcio, por cem casamentos, foi de 74,2%

 

Mais dados aqui

( Divórcios em Portugal e na Europa)

 

 

 

 

 

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publicado por Mafalda Avelar às 00:07
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Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013
Top Económico: "Basta!" lidera; "Porque falham as Nações" ocupa o 2º lugar

TOP 10 Económico

dos livros de economia e gestão mais vendidos

de 11 a 20 de fevereiro de 2013

 

1

Basta!

Camilo Lourenço/Matéria- Prima

 

Entrevista ao autor disponível aqui

 

2

Porque Falham as Nações

Daron Acemoglu e James A. Robinson/Temas e Debates

 

3

Dale Canergie - Comunicar com Sucesso

Canergie Associates/PrimeBooks

 

4

O Livro das Decisões

Mikael Krogerus/Marcador

 

5

50 Segredos de Coaching para Portugueses

Maria Duarte Bello/A Esfera dos Livros

 

Entrevista à autora disponível aqui

 

6

Quem Mexeu no Meu Queijo

SpencerJohnson/Pergaminho

 

7

Harvard Trends - 45 Tendências de Gestão

Pedro Barbosa/Vida Económica

 

8

Novos Líderes para o Mundo

Adelino Cunha/ Topooks

 

9

O Credor Toca sempre Duas Vezes

Nuno da Silva Vieira/A Esfera dos Livros

 

Entrevsita ao autor disponível aqui

 

10

Criar Modelos de Negócio

Alexander Yve/Dom Quixote

 

Este top foi publicado na coluna "Ideias em Estante", publicada às sextas-feiras no Diário Económico.

O Top Económico apresenta as obras de Economia e Gestão mais vendidas. É elaborado com a colaboração da Almedina, Babel, Barata, Bertrand, Book.it, Bulhosa e Fnac.

 

 

 

Na Ideias em Estante desta semana destaque para:

 

 

"Porque falham as nações?", "Poesia apela à mudança e vence prémio. Autora dedica prémio à (sua) Grécia. (A Terceira Miséria, da autora Hélia Correia, foi a grande obra vencedora do Prémio Correntes D´Escritas 2013) e O que têm em comum: Vítor Gaspar, Cavaco e Sócrates?






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publicado por Mafalda Avelar às 16:04
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Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013
"A Terceira Miséria" vence em ano de crise

A Terceira Miséria, de Hélia Correia, vence Correntes d´Escritas 2013

 

«1.

 

Para quê, perguntou ele, para que servem

Os poetas em tempo de indigência?

Dois séculos corridos sobre a hora

Em que foi escrita esta meia linha,

Não a hora do anjo, não: a hora

Em que o luar, no monte emudecido,

Fulgurou tão desesperadamente

Que uma antiga substância, essa beleza

Que podia tocar-se num recesso

Da poeirenta estrada, no terror

Das cadelas nocturnas, na contínua

Perturbação, morada da alegria;»

[in A Terceira Miséria]

 

 

In press release Relógio d´Água

 

Hélia Correia vence Prémio Correntes d’Escritas 2013

 

 

"O livro A Terceira Miséria (ed. Relógio D’Água, 2012), de Hélia Correia, foi o escolhido pelo júri do Prémio Correntes d’Escritas, que este ano distingue uma obra de poesia.

O Prémio foi hoje anunciado no encontro literário, que se realiza na Póvoa de Varzim, e será entregue dia 23 de Fevereiro, na Sessão de Encerramento.

O júri foi constituído por Almeida Faria, Carlos Vaz Marques, Helena Vasconcelos, José Mário Silva e Patrícia Reis. Entre os outros finalistas, contava-se também Fernando Guimarães, com As Raízes Diferentes, e Bernardo Pinto de Almeida, com Negócios em Ítaca (ambas as obras publicadas pela Relógio D’Água), e José Agostinho Baptista, Manuel António Pina, Armando Silva Carvalho, Ferreira Gullar e Luís Filipe Castro Mendes.

 

Hélia Correia nasceu em Lisboa, em 1949. Licenciada em Filologia Românica, foi professora do ensino secundário, tendo também feito um curso de pós-graduação em Teatro Clássico. Poetisa e dramaturga, foi enquanto ficcionista que Hélia Correia se revelou como um dos nomes mais importantes e originais surgidos durante a década de 80, ao publicar, em 1981, O Separar das Águas.

Na Relógio D’Água Hélia Correia publicou as obras: Soma, Montedemo; A Luz de Newton; Insânia, O Número dos Vivos, A Casa Eterna, O Rancor; Lillias Fraser; Fascinação, seguido de A Dama Pé-de-Cabra; Mopsos, O Pequeno Grego (O Ouro de Delfos e A Coroa de Olímpia); Bastardia; Desmesura; Perdição, A Ilha Encantada; Contos; Adoecer; A Chegada de Twainy e A Terceira Miséria."






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publicado por Mafalda Avelar às 13:26
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Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2013
João Quadros no Económico
(programa emitido no ETV na primeira semana de 2013)
O humorista João Quadros, que afinal (até) é gestor, é o convidado da "Ideias em Estante". Conheça um dos autores que faz rir Portugal. Algo fulcral nos tempos que correm...!
E tudo começou quando um dia saiu de uma reunião para ir à casa de banho e ... não voltou a colocar os pés no escritório.
Perfil:
in WOOK
"João Quadros nasceu em Lisboa em 1964, é licenciado em gestão e argumentista. Nos últimos 20 anos escreveu para televisão, teatro, cinema, rádio, jornais, etc. Foi um dos autores de programas de grande sucesso na televisão: Herman Enciclopédia, Contra Informação, O Programa da Maria, Levanta-te e Ri, Os Contemporâneos, Lado B e Último a Sair. Foi autor do argumento do filme Arte de Roubar, de Leonel Vieira.
Actualmente escreve para o 5 para a Meia-Noite com Nuno Markl, o Tubo de Ensaio – programa diário na TSF – com Bruno Nogueira e uma rúbrica semanal para o Jornal de Negócios que dá título a este livro."
Livros do autor:
Um Worst-of dos textos do programa da TSF
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publicado por Mafalda Avelar às 12:22
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Domingo, 3 de Fevereiro de 2013
Top Económico: "Basta!" continua a liderar

Conheça o Top 10 do Económico e leia a entrevista ao autor de "O Credor toca sempre duas vezes" (aqui).

 

 

TOP 10 dos livros de economia e gestão mais vendidos

 

de 14 a 20 de janeiro de 2012

 

1

Basta!

Camilo Lourenço/Matéria Prima

 

(Clique aqui para assistir à entrevista ao autor)

 

2

Marketing de Seguros

Manuel Leiria/Escolar

 

 

3

Harvard Trends - 45 Tendências de Gestão

Pedro Barbosa/ Vida Económica

 

 

4

O Livro das Decisões

Mikael Krogerus/Marcador

 

 

5

SNC - Sistema de Normalização

V.A./Porto Editora

 

6

Criar Modelos de Negócios

Alexander Yve/Dom Quixote

 

7

O Banco - Como o Goldman Sachs dirige o mundo

Marc Roche/A Esfera dos Livros

 

(Clique aqui para assistir à entrevista ao autor)

 

 

 

8

Estratégia e Competitividade

Luís Cardoso/Verbo

 

9

A Tempestade - A Crise Económica

Vince Cable/Bizâncio

 

10

Quem Mexeu no Meu Queijo

Spencer Johnson/Pergaminho

 

 

Este top foi publicado na coluna "Ideias em Estante", publicada na edição de 6f do Diário Económico.

 

O Top Económico apresenta as obras de Economia e Gestão mais vendidas. É elaborado com a colaboração da Almedina, Babel, Barata, Bertrand, Book.it, Bulhosa e Fnac.

 

 

 

 

 

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publicado por Mafalda Avelar às 17:47
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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013
Insolvências: "A forma mais fácil de negociar é obtendo confiança"

Conheça no final deste post o Top 10 do Económico

 

"A forma mais fácil de negociar é obtendo confiança"

 

INSOLVÊNCIA É A PALAVRA QUE, EM TEMPOS DE CRISE, DOMINA O MUNDO EMPRESARIAL. E PESSOAL.

O LIVRO "O CREDOR TOCA SEMPRE DUAS VEZES", QUE é HOJE LANÇADO, AJUDA A ENCARAR O PROCESSO LONGE DA VERGONHA E DO ESTIGMA SOCIAL.

 

Na semana em que a Cosec anunciou que as falências em Portugal, em 2012, aumentaram 41% face a 2011 e que "72% dos portugueses não conseguem pagar as contas no final do mês", como foi ontem noticiado pelo Económico - o que constitui uma das maiores percentagens da UE, apenas secundada pela Bulgária e a Grécia - Nuno da Silva Vieira, advogado, lança a obra "O Credor Toca Sempre Duas Vezes" (Esfera dos Livros). Sendo um dos primeiros guias "para evitar a insolvência", este livro apresenta casos, dicas e muitos conselhos jurídicos. Leia a entrevista ao autor da obra, que é lançada hoje.

Como interpreta os números, divulgados ontem, que dão conta de 6.688 insolvências em 2011?

São números inquietantes, mas que devem ser vistos com optimismo. Não quero acreditar que o número de insolvências decretadas continue a este ritmo. Os últimos indicadores apontam para um 2013 com alguns factores associados às recuperações económicas e devemos centrar-nos nesse objectivo. Está na hora de voltarmos a acreditar em Portugal. A língua portuguesa vai assumir-se como indispensável para os negócios internacionais e pode obrigar os investidores a comprarem o nosso conhecimento para chegarem ao mundo lusófono. Pode parecer contraditório, mas Portugal é uma aposta fulcral para o futuro e para a prosperidade.

Em caso de insolvência, quais as melhores estratégias a seguir, para as empresas e para as pessoas em nome individual?

O tema do endividamento excessivo sempre foi motivo de preocupação das famílias e das empresas, aliado a uma vergonha social instalada. Pretendo, contudo, passar ao leitor a ideia de que as dívidas são situações normais de uma convivência em sociedade e existem para corrigir situações de desequilíbrio. Muitas vezes, os particulares e as empresas não conseguem gerir estas conjunturas e necessitam de aconselhamento de profissionais experientes. Perante uma insolvência iminente, pode optar-se pela negociação, por planos de recuperação ou por processos judiciais com perdão de dívida ou de parte da dívida.

Dicas de como obter perdão da dívida? E como negociar com credores?

Costumo dizer que a forma mais fácil de negociar é obtendo confiança. O credor não espera ser encantado pelo devedor - ao invés, já criou uma ideia negativa que dificilmente poderá ser alterada. O efeito surpresa poderá revelar-se surpreendente se o devedor o souber aproveitar, na sua máxima extensão negocial. Ou seja, o credor, ao aceitar uma reunião com o devedor, não irá criar grandes expectativas. Deverão ser apresentadas formas sérias de pagamento e o discurso deve ser positivo, sem lamentações ou culpabilização de terceiros. A iniciativa deve pertencer ao devedor e devem ser dominadas as técnicas de negociação.

Que técnicas são essas? E como podem ser adquiridas?

Devemos distinguir dois tipos de técnicas negociais. Aquelas que dizem respeito ao próprio devedor e as que são usadas pelos profissionais experimentados - estas últimas resultado da experiência e da profissionalização. Na minha organização já representámos dezenas de clientes em processos de insolvência e essa experiência permite-nos antecipar posições processuais e formas de agir. Contudo, os particulares e as empresas podem usar várias outras técnicas, tais como responder sempre ao correio, apresentar propostas de pagamento verdadeiras, renegociar ao invés de deixar de pagar as prestações e apresentar alternativas ou períodos de carência.

Qual o maior ensinamento que retirou da escrita deste livro?

Com este livro, cheguei à conclusão de que existe sempre uma solução para o endividamento excessivo. Os estados fazem leis dirigidas à recuperação das pessoas com um único intuito: recuperar cada um dos devedores e trazê-los, de novo, para a vida social. Os devedores não têm que esconder-se, devem, antes, contribuir para a riqueza do país. Todos somos importantes e a todos são conferidos os mesmos direitos. É preferível perdoar a dívida a um devedor, deixando-o voltar ao contrato social, pagando os seus impostos e contribuindo para o produto interno, do que eliminar socialmente os cidadãos. Um cidadão sem alternativa viverá à margem do Estado em plena economia paralela.

Refere que existe uma vergonha social instalada. Em que consiste? Como se lida com ela? E de que forma dificulta o processo de negociação?

Essa vergonha social estava enraizada na nossa cultura. Lembramo-nos das estórias dos nossos avós, incentivando à validade das "palavra", de outrora, em contraste com os contratos de hoje. A palavra valia. Portanto, os insolventes eram vistos como os fracos da sociedade e aqueles que não honravam a sua palavra. Hoje, numa visão mais americanizada, percebemos que a insolvência é apenas um estado na vida económica e financeira das pessoas e das empresas. Veja este exemplo: sempre que a banca contrata um crédito com um particular já conta com uma percentagem de risco de crédito mal parado. Essa gestão do risco faz parte da economia e do lucro. Depende de quem vai representar esse papel social.

Essa vergonha tem alguma peculiaridade em Portugal?

Acho que sim. Os portugueses são muito envergonhados. Por vezes até têm vergonha do país. Está na hora de lutarmos por um lugar na nossa recuperação económica e na nossa afirmação internacional. Vamos sair reforçados desta crise instalada e devemos lutar contra os falsos medos e as vergonhas provincianas. Veja que a compra de dívida é um negócio próspero. As dívidas não são uma vergonha. Vergonha é não querer pagar. Para isso não encontro solução. É, simplesmente, má educação.

 

Data: 01/02/2013
Publicação: DIÁRIO ECONÓMICO
Autor: MAFALDA DE AVELAR

 

 

TOP 10 dos livros de economia e gestão mais vendidos

 

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Criar Modelos de Negócios

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7

O Banco - Como o Goldman Sachs dirige o mundo

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publicado por Mafalda Avelar às 17:38
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- The Origin of Weath

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