.Relógios do Mundo
Clique aqui para saber as horas em qualquer parte do Mundo

.Para o leitor

Qual o livro que mais o marcou? Partilhe aqui a sua opinião!


What is the book of your life? Share your opinion here!


Deixe os seus comentários e sugestões aos artigos do Blog. É fácil, não necessita de registo e torna este Blog mais interessante com o seu contributo. Para saber mais clique aqui



.Mais sobre mim
. Sobre a Mafalda




.links
.arquivos

. Maio 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Abril 2006

. Outubro 2005

.posts recentes

. Homenagem a Veiga Simão

. Ondjaki vence Prémio Lite...

. Cartas entre Drummond e J...

. "Papa Francisco - Convers...

. José Luís Peixoto o padri...

. José Gomes Ferreira e o s...

. O(s) prefácio (s) de Gasp...

. "Portugal: Dívida Pública...

. Agualusa vence Prémio Man...

. Conheça quais são as livr...

.pesquisar
 
Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012
Será mesmo possível viver sem dinheiro? Conheça o caso de Mark Boyle, fundador de Freeconomy.

 

 

Desconfiamos que não.

E por isso entrevistámos Mark Boyle.

A conclusão: viver sem dinheiro afinal é possível. Pelo menos para este autor, economista e ex-empresário que optou pelo “back to basics”.

 

 

 

 

Será que viver sem dinheiro é possível?

Conheça o caso de Mark Boyle, fundador de Freeconomy

Manuel Forjaz é o convidado da "Ideias em Estante"

 

 

 

Será que é possível viver sem dinheiro neste mundo consumista onde tudo (ou quase tudo) parece ter um preço? Não parece real que alguém viva sem dinheiro . "Isso é impossível" dirá o leitor mais céptico. O certo é que Mark Boyle , economista e antigo empresário, vive há três anos " sem ver a cor do dinheiro ."

Foi uma opção. Estudada. Dia 29 de Novembro de 2008, Mark Boyle virou costas aos hábitos de vida dos nossos dias e embarcou numa viagem comandada pela auto-suficiência, pelas trocas directas, pela casa de banho de compostagem, pela pasta de dentes de choco e por um mundo de iguarias sazonais onde até a solidão foi (recentemente) trocada pela companhia de quem partilha o mesmo estilo de vida. Ao estilo "amor e uma caravana", Boyle vive numa quinta em Bristol, Inglaterra, sem mexer num tostão.

 

Porquê sem dinheiro?

"O dinheiro é um pouco de amor. Passamos toda a nossa vida atrás dele, contudo, apenas alguns de nós compreendem o que ele é realmente". É nestes termos que Boyle justifica a sua opção. E responde depois à questão que se impõe: é difícil?

"Percorrer o caminho de uma vida sem dinheiro é como percorrer uma floresta virgem a meio da noite sem lanterna. (…) Não fazemos ideia do que está à nossa frente ou o quanto devemos caminhar. Todavia caminhamos. Inevitavelmente, tropeçamos, caímos, magoamo-nos, mas levantamo-nos de novo. (…)" escreve Boyle em "O Homem sem Dinheiro ", obra recém lançada em Portugal. Segundo o autor, o livro "é um esboço do mapa da floresta. A vida sem dinheiro é uma aventura. E, tal como qualquer aventura, é preciso, de tempos a tempos, deixar o mapa de lado e ver onde o caminho vai dar", diz.

Fundador do Freeconomy, movimento que ajuda as pessoas a relacionarem-se nas comunidades locais através do simples acto de partilha, Boyle tem cada vez mais seguidores por todo o mundo. Só na sua página na web (justfortheloveofit.org) são mais de 30 mil.

Sempre com um grande sentido de humor, Mark Boyle participou via telefónica no programa do ETV "Ideias em Estante" dedicado ao tema "Vida: Como nos podemos reinventar". O convidado foi Manuel Forjaz, consultor e amigo do autor (fomos nós que telefonamos; o autor tem telefone apenas para receber chamadas; carrega-o com luz solar).

Confessando que "nunca foi mais feliz", Mark Boyle não nega que sente falta de algumas coisas que o mundo do dinheiro lhe proporcionava. "Ir até a um 'pub'" é algo de que este Irlandês sente falta!"

Apesar do seu caso não ser novo, o lançamento do seu livro este mês em Portugal e a conjuntura económica e ambiental do mundo levam a pensar no tema.

 

Pensamentos Finais

"Estamos num ponto crucial da história. Não podemos ter carros velozes, computadores do tamanho de cartões de crédito e outros aparelhos modernos e em simultâneo dispor de ar puro, florestas abundantes, água potável fresca e um clima estável. Esta geração pode ter uma coisa ou outra, mas não ambas. A humanidade tem de fazer uma escolha. Ambas têm um preço. Parafernália ou natureza? Se se fizer a escolha errada, a próxima geração pode vir a não ter escolha", pode ler-se no livro de Boyle .

Mark Boyle , fundador da Freeconomy e autor de "O homem sem dinheiro ", livro que chega agora a Portugal Vive sem dinheiro . Consome o que produz e o que consegue "trocar". Licenciado em Economia, este antigo empresário inspira cada vez mais jovens. O seu 'website' (justfortheloveofit.org) tem mais de 30 mil membros.

(Texto publicado no Diário Económico dia 10/0

 

 

 

 

 

Este post também foi publicado no blog:www.livrosemanias.blogs.sapo.pt

publicado por Mafalda Avelar às 15:14
link do post | comentar | favorito
|
Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012
Mais um incentivo para ir trabalhar para a Alemanha; e um pouco de Max Weber

 

 


 

"Mais um incentivo para ir trabalhar para a Alemanha(...)"

 

porque:

 

"Na Alemanha trabalha-se muito menos do que em Portugal", quem o afirma é o Embaixador Alemão em Portugal, Helmut Elfenkämper, em entrevista "Ideias em Estante".

 

 

 

 

"(... )e um pouco de Max Weber" em

 

" A ética protestante e o espírito do capitalismo"

 

 

Entre parentêses do dia:

 

(Não deixa de ser curioso que este texto seja "postado" no dia em que se anunciam "postos de trabalho na Alemanha!". Não foi propositado, mas poderia ter sido. Da entrevista que realizei, há duas semanas, ao Embaixador Alemão ficou um título “ Na Alemanha trabalha-se muito menos do que em Portugal”.
Até por isso, hoje, há um incentivo para ir para a Alemanha! E segundo relata a jornalista Madalena Queirós, numa grande reportagem, o presidente da Câmara de Schwäbisch Hall está de braços abertos para a mão de obra portuguesa: "Venham que há muitos empregos disponíveis” )

 

 

ACRESCE a isto tudo o facto de, por cá, não existir emprego...

 

Pior: estamos num país onde o Governo apela à emigração. Acreditando na designação "Governo", não consigo entender que se "mande" emigrar. Acho que essa é, obviamente, uma hipótese que todo o cidadão deve ter encima da mesa.

Mas, meus Senhores, essa é uma decisão Micro. Ao Estado, ao "Governo", cabe Governar e tentar ( com mais supervisão e menos intervenção) criar EMPREGOS! Por outras palavras, garantir Economia.

 

Sou das que acredito nas boas intenções... mas é preciso cuidado com as palavras e com os sinais que as mesmas transmitem.

Aos que advogam que "Ah o Governo diz isso porque está a ser realista e quer que as pessoas emigrem para viverem melhor" deixo-vos com uma sugestão: leiam Adam Smith.

 

Adam Smith definiu o capital humano da seguinte forma: ( In Wikipedia)

 

"Em quarto lugar, as habilidades adquiridas e úteis de todos os habitantes ou membros da sociedade. A aquisição de tais talentos, por meio da manutenção do adquirente durante a sua educação, estudo ou aprendizagem, sempre custa uma despesa real, que é capital fixo e realizado, por assim dizer, em sua pessoa. Esses talentos, fazem parte de sua fortuna, tal como também da sociedade à qual ele pertence. A destreza melhorada de um trabalhador pode ser considerada a mesma que uma máquina ou um instrumento de comércio, que facilita o trabalho, e que, embora os custos, que reembolsa as despesas com um lucro. "


E por aqui me fico.

 

 

 

--

"Na Alemanha trabalha-se muito menos do que em Portugal"

 

"A ÉTICA PROTESTANTE E O ESPÍRITO DO CAPITALISMO", DE MAX WEBER, FOI A OBRA ESCOLHIDA PELO EMBAIXADOR DA ALEMANHA EM PORTUGAL. UMA OBRA QUE PERMITE FAZER UM CONTRAPONTO, EM TERMOS DE TRABALHO, ENTRE A ALEMANHA DO SÉCULO XX E A DOS NOSSOS DIAS.

Conhece o "b-à-bá" da Economia? Se sim saberá, certamente, o peso que o "L", de Labour - que significa "trabalho"-, tem na equação do desenvolvimento económico. Décimo primeiro filho do abecedário, este primogénito da dezena ocupa, também, lugar central em algumas obras clássicas, que vão da sociologia à economia. De Karl Marx a Max Weber, o dito "L" nunca foi esquecido. Hoje, e particularmente num mundo ocidental em crise, o "L" continua poderoso e de costas largas. Serve de escudo para argumentos valiosos sobre o Euro; está na ordem do dia da concertação social e da competitividade; e chega mesmo a ser "o artista" que pode vir a desenhar o primeiro 'draft' das semelhanças entre estados europeus. Tudo isto, claro está, numa Europa em crise comandada por uma Alemanha, que - e na opinião de Helmut Elfenkämper, embaixador da Alemanha em Portugal -, "não quer mandar na carruagem". Mas que "de facto tem sido uma espécie de locomotiva sobretudo nos últimos dois anos depois de ter feito reformas importantes que tiveram como resultado um aumento da eficácia da economia". O que - e em conjunto com conjunturas muito boas, por exemplo, na China e nos países emergentes - "deu bons resultados", conclui o embaixador que foi convidado da entrevista "Ideias em Estante", que pode ser vista na íntegra no ETV.

Desafiado a falar da obra "A ética protestante e o Espírito do Capitalismo", livro que apresentou recentemente numa tertúlia pública, Elfenkämper, explica que escolheu este livro para que lhe fosse possível falar da actualidade política na Europa e na Alemanha. "Lembrei-me do título muito evocativo desta obra de Max Weber".

Porquê?

"A minha ideia com a apresentação deste livro foi simplesmente escolher um ângulo de abordagem ao problema que temos neste momento de resolver: a crise das dívidas soberanas e a crise do euro, dentro da zona euro". Uma crise "entre países que têm condições e estruturas económicas muito diferentes. O que tem provocado um debate na Europa que, às vezes, vai muito longe ... em estereótipos", afirma o embaixador que considera que esses juízos de valor podem "facilmente ter um carácter desagradável perante pessoas que pensam que os alemães estão a abordar os problemas de uma maneira demasiado rigorosa, que só pensam em poupar, em consolidar o orçamento e que não pensam no crescimento necessário". Por outro lado, "na Alemanha há vozes desagradáveis sobre atitudes do trabalho no sul da Europa".

"Daí o conflito, por exemplo, das alegadas diferenças das horas de trabalho feitas em diferentes países europeus". Mas o que é que estudos recentes mostram? Mostram que "na Alemanha trabalha-se muito menos do que em Portugal". Apesar desta conclusão não ser (estatisticamente) nova, a mesma serve para termos a certeza de que temos que procurar outras respostas para os problemas, conclui.

Ao que parece o "L" de Weber, que estabeleceu uma relação entre "religião e capitalismo", continua a ser recordado. Mais do que não seja para provar que os Alemães vivem um novo paradigma em relação ao trabalho. Hoje também querem prazer (Ps: em caso de dúvida visite Berlim).

Helmut Elfenkämper

Embaixador da Alemanha em Portugal desde 2009, Elfenkämper, que fala fluentemente português, diz que se vive um novo paradigma de "equilíbrio de vida" na Alemanha.

(Publicado a 27/01/2012)

Este post também foi publicado no blog:www.livrosemanias.blogs.sapo.pt

publicado por Mafalda Avelar às 19:52
link do post | comentar | favorito
|
. Grandes Reportagens

. Ideias em Estante

. Reportagens
.Livros em destaque
."o livro que me marcou"
Alberto João Jardim

António Pinto Barbosa

António de Almeida Serra

Arquimedes da Silva Santos

Carlos Carvalhas

Carlos Zorrinho

Francisco Murteira Nabo

Graça Almeida Rodriques

João Castello Branco

José Amado da Silva

José Hermano Saraiva

Leonor Beleza

Luís Portela

Manuel Serzedelo de Almeida

Valentim Xavier Pintado

Vasco Vieira de Almeida

Vítor Melícias

António de Sousa

Guilherme D´Oliveira Martins

José Veiga Simão

Pedro de Sampaio Nunes

Martins Lampreia

Agostinho Pereira de Miranda

Mª do Rosário Partidário

Carvalho da Silva

Carlos Tavares

EM BREVE: mais cerca de 50 outros ilustres convidados que ainda não estão transcritos para este blog

.resenhas de livros

- O Livro da Marca

- The Origin of Weath

- A Competitividade e as Novas Fronteiras da Economia

- Choque do Futuro

- Como a Economia Ilumina o Mundo

- Making Globalization Work

- OUTRAS

.autores entrevistados

Rampini, autor do Século Chinês


Stephen Dubner e Steven Levitt, autores de "Freakonomics"


Tim Hardford, autor de "O Economista Disfarçado"


António Neto da Silva, autor de "Globalização, Fundamentalismo Islâmico e Desenvolvimento Sustentável"


Ashutosh Sheshabalaya, autor de "Made in Índia"

.entrevistas (áudio)

Alberto João Jardim

.Novidades Editoriais

Actual Editora


Esfera dos Livros


Porto Editora


Pergaminho


Campo das Letras


blogs SAPO
.subscrever feeds