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Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
"Maquiavel para Gestores" de Fausto Marsol segundo João Duque

"Maquiavel para Gestores Contemporâneos" de Fausto Marsol segundo João Duque no Diário Económico. Leia também aqui.

 

Diz o povo, sem razão, que santos da casa não fazem milagres. E assim parece quando um português escreve um livro de gestão.
Chamasse-se ele Jack ou Michael e atirar-se-iam aos seus pés, chamando-lhes de gurus. Mas se se chamam Fausto e escrevem arrojadamente sobre um clássico da literatura de liderança e com base na sua experiência organizacional, o português tem uma certa tendência para o descartar.
Fazem mal, porém, os que assim reagem perante o livro escrito pelo Fausto Marsol, intitulado "Maquiavel para Gestores Contemporâneos". É certo que Nicolò Maquiavel escreveu um magistral livro de conselhos destinado a príncipes e homens de poder, mas afinal, muitos dos gestores de hoje têm mais poder do que chefes de governos (particularmente em períodos de paz, uma vez que não comandam exércitos armados). A Wal-Mart Stores facturou em 2008 378.799 milhões de dólares, o correspondente a uma vez e meia o PIB português, país que surge em 43º lugar no ‘ranking' mundial dos países ordenados pelo PIB (dados do Fundo Monetário Internacional).
Para além da sua importância económica, o raio de acção destas empresas supera largamente os estreitos limites a que os Estados se confinam. A dispersão geográfica destas empresas universais ultrapassa fronteiras com a maior das naturalidades, são normalmente bem-vindas porque geradoras de riqueza, emprego e valor acrescentado, o que não se pode dizer dos Estados. Quando estes ultrapassam as suas fronteiras são considerados belicosos invasores...
Comparem a facilidade com que uma empresa Ibérica deslocaliza escritórios de Lisboa e os reabre em Madrid levando para lá inúmeros colaboradores. Agora imaginem a possibilidade de o Governo de Lisboa localizar em Madrid um qualquer organismo, mesmo que seja dedicado, por exemplo, à investigação científica...
Por isso, se Maquiavel dedicou o seu livro aos príncipes, e se lhes deixou os bons conselhos de como alcançar, ou melhor, manter o poder, se o tivesse escrito hoje teria escrito o seu livro dedicado aos que governam o mundo económico, particularmente aos que governam as empresas que, de um modo ou de outro, sustentam os Estados. Isto é, nos dias de hoje as empresas são a principal preocupação dos Estados uma vez que delas emana a riqueza-fluxo que é a principal fonte e base de tributação da actualidade: trabalho, capital, rendas e bens e serviços.
Por isso, se o livro de Fausto Marsol for lido numa escola de gestão por alunos ainda fora do mercado de trabalho, ele deve ser relido por aqueles que já se sentam em cadeiras de poder e ocupam funções de chefia.
Vão ver que, ao contrário de muito do que lêem escrito por muitos desses gurus da moda, não darão o tempo por perdido e ainda são desafiados a ler ou reler o original de Maquiavel...
____
João Duque, Professor catedrático do ISEG
 
 
 
 

publicado por Mafalda Avelar às 19:32
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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Nota Informativa:I Colóquio Luso - Amazónico
 
 
Dia 6 de Outubro de 2009, das 16 às 18 horas, no Auditório 2 (torre B, 3º piso) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 
Nota Informativa:
 
A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Fórum Landi da Universidade Federal do Pará organizam o
I COLÓQUIO LUSO-AMAZÓNICO
Literatura entre Rios
 
O Universo de Dalcídio Jurandir (1909-1979) no centenário de nascimento do
romancista da Amazónia
 ABERTO AO PÚBLICO 
 
 
 

publicado por Mafalda Avelar às 11:00
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Enviado por Leitor: Henri Nicolay Levinspuhl

 

 

 

Aqui fica a partilha enviada por este leitor, que nos acompanha do outro lado do Oceano.

 

 

"Prezada Mafalda,

Apenas divulgando nossas obras e traduções.

Respeitosamente,
Henri N. Levinspuhl" 

 

A visitar:

http://levinspuhl.vilabol.uol.com.br/

publicado por Mafalda Avelar às 10:55
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Em vésperas de eleições: "Aprenda a Ser Feliz", de Tal Bem-Shahar

“Aprenda a Ser Feliz”, Tal Bem- Shahar ( Lua de Papel), 175 páginas, 13 Euros
 
 
 
Felicidade para o próximo líder… 
 

 
Aprenda a ser Feliz” é a obra que destaco nestas vésperas de eleições marcadas, para mal do país e do esclarecimento público, por confusões pouco felizes. Não só mas também por isso recomendo este livro, baseado num curso de Harvard sobre felicidade e que foi re-elançado em Portugal na passada segunda feira na presença do autor. Ben- Shahar deu uma “Happy Conference” (a primeira sobre este tema organizada pela Terra dos Sonhos e pela Janssen–Cilag), no teatro Tivoli, em Lisboa. Desta apresentação saíram muitas mensagens e um desejo: que as pessoas, as empresas e as organizações (e porque não o País) adoptem a felicidade como conceito. A ideia já não é nova. Em 2006 Graça Almeida Rodrigues, nesta espaço do Expresso, apresentava “Happiness - Lessons From a New Science” (2005), de Richard Layard,  como uma das obras que mais a marcou. Na altura já falava da grande tendência dos economistas em estudarem esta matéria. Uma surpresa para alguns; uma boa ferramenta política para outros. Os ingleses e os americanos foram pioneiros ao darem importância ao assunto. O movimento começou nas universidades (diga-se de passagem nas mais prestigiadas), teve eco em países longínquos (segundo o livro “ A geografia da Felicidade” o Butão é o país mais feliz do mundo) e na passada semana teve o seu culminar mediático com as declarações de Nicolas Sarkozy dizendo que gostava de incluir a felicidade no PIB. Concluindo: foi desta que o tema pegou! E quem sabe o próximo governo português não vai também optar por medidas (mais) felizes começando a interpretar o nosso produto interno com base nos índices de felicidade da população. Como Ben Shahar destaca o aumento dos níveis de felicidade gera bem- estar, saúde e confiança com consequências directas na produtividade. Talvez por isso o Butão tenha abolido o PIB e instalado o índice da Felicidade Interna Bruta (FIB). Um exemplo, ou não, o certo é que a tendência está aí e quem sabe não vai estar por cá nos próximos anos. Fica a dica, os parabéns à organização desta “Happy Conference” e já agora o conselho de transparência governamental -  condição básica para sermos verdadeiramente felizes!    
 
 

Outros livros sobre Felicidade citados neste blog: 

"A Geografia da Felicidade"

"Happiness - Lessons From a New Science

 

publicado por Mafalda Avelar às 20:20
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FT/Goldman Sachs Business Book of the Year

 

E os seleccionados (the shortlist) para o grande galardão Financial Times and Goldman Sachs Business Book of the Year Award  são:

 

 

 

Lords of Finance by Liaquat Ahamed

Good Value by Stephen Green

Imagining India by Nandan Nilekani

The Match King by Frank Partnoy

Animal Spirits by George Akerlof and Robert Shiller

In Fed We Trust by David Wessel

 

 

Saiba mais aqui.

 

 

publicado por Mafalda Avelar às 15:13
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Quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
"As Eleições Legislativas e Presidenciais 2005-2006" - novidade

 

Sendo que o tema é pertinente deixo-vos esta nota de Imprensa, que acabo de receber.

 

Informação à Imprensa
 
Marina Costa Lobo e Pedro Magalhães reúnem vários estudos
Livro analisa comportamento eleitoral e atitudes políticas dos portugueses nas últimas eleições
 
 
·         Eleições legislativas de 2005 e presidenciais de 2006 representam um marco na evolução democrática portuguesa e ambas produziram resultados inéditos
 
·         Exposição dos eleitores portugueses à informação política é elevada
 
·         Livro reúne estudos de Susana Salgado, Eduardo Cintra Torres, José Santana Pereira, Braulio Gomez, Irene Palacios, Carlos Jaladi e André Freire
 
Este obra, que reúne textos de vários investigadores sobre a mudança eleitoral em Portugal no início do século XXI, vem dar continuidade ao Projecto «Comportamento Eleitoral e Atitudes Políticas dos Portugueses», criado em 2001. Os autores tratam de temas explicativos dos desfechos eleitorais e das escolhas dos votantes, tentando iluminar estas importantes eleições de perspectivas distintas.
 
As eleições legislativas de 2005 e as presidenciais de 2006 representam um marco na evolução democrática portuguesa e ambas produziram resultados inéditos. Apesar do Partido Socialista (PS) ter sido sempre, desde a instauração da democracia, um dos principais partidos em Portugal e ter formado várias vezes governo, sozinho ou em coligação, nunca havia alcançado uma maioria dos assentos no parlamento. Por seu lado, as eleições presidenciais seguintes não foram menos importantes, já que venceu o candidato apoiado unicamente pelos partidos da direita, Aníbal Cavaco Silva. Desde a civilianização da Presidência, ocorrida em 1986 com a eleição de Mário Soares, apenas os candidatos apoiados pelo PS haviam ganho as eleições presidenciais. 
 
No conjunto, as eleições de 2005 e de 2006 exibem tendências contraditórias na evolução da relação entre partidos e eleitores: por um lado, a diminuição da abstenção, a maioria absoluta concedida ao PS e a manutenção do número efectivo de partidos parlamentares são elementos de alguma melhoria ou estabilidade no sistema partidário português. Por outro lado, se analisarmos tanto o crescimento dos pequenos partidos, bem como o sucesso da campanha de Manuel Alegre, em particular à luz das contínuas dificuldades sócio-económicas de Portugal, e a par das atitudes que conhecemos dos portugueses em relação aos partidos, podemos concluir que estamos perante um sistema partidário sobre pressão.
 
É por isso tanto mais interessante verificar que, apesar de tudo, o sistema partidário se manteve, em larga medida, intacto. Depois da instabilidade governativa vivida entre 2001 e 2005, que teve a sua origem em decisões das elites políticas, uma percentagem significativa de eleitores quis voltar a dar condições de governabilidade inequívocas, desta vez ao PS.
 
Exposição dos portugueses à informação política é elevada
 
Esta obra aborda três grandes contextos: o Informacional; o Eleitoral e o Institucional. Na primeira secção são descritas as campanhas, nomeadamente o contexto mediático em que ocorrem e os resultados eleitorais. De seguida, é apresentada a participação eleitoral, bem como a análise da distribuição do voto e assentos por círculos eleitorais nos principais partidos para fornecer uma perspectiva agregada da mudança ocorrida. Por último, são feitas considerações sobre as alterações no sistema partidário.
 
Assim, uma das preocupações centrais deste livro foi a de explorar as características dos contextos informacionais em que diferentes indivíduos estiveram inseridos nas eleições legislativas de 2005 e presidenciais de 2006. Três capítulos, de Susana Salgado, Eduardo Cintra Torres e José Santana Pereira, foram especificamente dedicados a este tema.
 
Em primeiro lugar, eles mostram, sem surpresa, que, no que respeita a fontes impessoais de informação política, a televisão tem em Portugal clara primazia em relação aos outros meios. Uma das razões será certamente o facto de a exposição dos portugueses à informação política ser relativamente elevada, ou pelo menos mais elevada do que poderíamos pensar à primeira vista. Mais de dois em cada três portugueses afirmam ter acompanhado notícias sobre política na televisão durante a campanha diária ou quase diariamente, valores que na imprensa chegam a um em cada três eleitores.
 
Os autores concluem que o eleitor é mais complexo do que a partida possa parecer. Há mais razões nas escolhas eleitorais, do que optar simplesmente por um dos principais partidos de governo ou do que recompensar e punir desempenhos e os actos eleitorais de 2009 vão confirmar ou não este retrato do eleitorado português.
 
 

 

publicado por Mafalda Avelar às 20:53
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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Nova editora (espanhola e do grupo Prisa) inicia actividade em Portugal com 24h de leitura...

 

Deixei no sábado um post a comunicar a iniciativa "Cordão de leitura" organizada, de forma inédita, pela editora Objectiva.

 

Foi um bom momento repleto de um grande prazer: a leitura.

O lugar não podia ser mais adequado: Largo de Camões em Lisboa. 

 

Aqui fica uma pequena imagem do ambiente e também uma palavra de Parabéns à organização que promoveu um evento diferente, divertido e com muitos livros à mistura.

 

 

E para quem nunca ouviu falar da editora Objectiva  - e começou a ler este post pela curiosidade de saber quem são - , aqui fica o esclarecimento: esta editora é uma divisão do Grupo Santillana em Portugal. Grupo este que é a referência editorial da Prisa. Curioso não é?  Mais curioso não deixa de ser o facto de a Tvi24 ser a media partner deste evento. As más línguas não irão resistir ao comentário " este foi um acordo elaborado antes do dia D".

 

Anyway: um bom evento e uma editora que promote. "Portugal, que futuro?", de Medina Carreira e Eduardo Dâmaso é uma das seis obras da lista de lançamentos da editora para o mês de Setembro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Mafalda Avelar às 00:38
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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009
(Ao menos no mundo literário) A felicidade voltou a estar na moda...

 

 

É um dado: no mundo literário a felicidade está na moda!

 

Fica para já este registo. Ainda esta semana outros irão aparecer COM direito ainda a pequeno comentário político.

 

Até lá!

 

 

IN Expresso ( 9 de Agosto 2008)


"A Geografia da Felicidade", Eric Weiner, Lua de Papel, 377 páginas, 15 euros
 
"Nesta época de férias é sempre bom procurar novos ambientes, aliviar, refrescar a mente. E, porque não ler um livro que nos faz viajar? Ainda para mais se esse livro nos levar a dar uma volta pelo mundo (a 10 países) à procura da felicidade e da resposta à inquietante questão: será que a felicidade está nas pessoas ou nos lugares? Nesta obra, escrita por um jornalista norte americano, ficará a saber dados interessantíssimos: por exemplo que "Algures nos Himalaias, há um país que aboliu o conceito de Produto Interno Bruto, e que prefere medir o bem estar dos seus habitantes pela Felicidade Interna Bruta. É o Butão, uma nação pobre e gelada, a última a receber do mundo a receber a televisão, a única onde ainda não existem semáforos.". Mas onde as pessoas são felizes!"
 

 

publicado por Mafalda Avelar às 13:37
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Sábado, 19 de Setembro de 2009
Cordão de leitura em Lisboa- hoje e amanhã

 

 

 

publicado por Mafalda Avelar às 14:43
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Política(pelo menos)para os mais novos:Sampaio lança livro

 

Informação de Agenda
 
Sábado, 19 de Setembro, 17h, Fundação Calouste Gulbenkian (Auditório 2)
A política apresentada aos mais novos no lançamento de «O Meu Livro de Política», de Jorge Sampaio
 

 

 

 

Hoje, dia 19, às 17h, terá lugar, na Fundação Calouste Gulbenkian (Auditório 2), em Lisboa, o lançamento de O Meu Livro de Política, a obra que Jorge Sampaio escreveu, em tom autobiográfico, movido pelo desejo de despertar os mais novos para a cidadania.
 
O livro em que Jorge Sampaio partilha com as crianças a sua experiência de vida, inteiramente dedicada à causa pública, será apresentado pela jornalista Maria Flor Pedroso, numa sessão especialmente dedicada às crianças no decurso da qual os mais novos terão a oportunidade de ouvir, ao vivo, as repostas do ex-Presidente da República àsquestões sobre a vida política que mais os intrigam no dia-a-dia. 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Crianças convidadas a debater política e cidadania com ex-Presidente da República e a indicar as primeiras medidas que adoptariam se fossem políticos por um dia

publicado por Mafalda Avelar às 14:41
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